JOÃO CAMPOLARGO TEIXEIRA | «The Fall»
17 Janeiro a 28 Fevevereiro
JOÃO CAMPOLARGO TEIXEIRA
The Fall
17 janeiro - 28 fevereiro de 2026
VISITA GUIADA COM INTÉRPRETE LGP | 15 de fevereiro às 18:00
ATELIÊ PARA CRIANÇAS | 16 de fevereiro às 10:30 (com Ana Salomé Paiva)
APOIO | A Zaratan – Arte Contemporânea é uma entidade apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
ATELIÊ PARA CRIANÇAS | 16 de fevereiro às 10:30 (com Ana Salomé Paiva)
APOIO | A Zaratan – Arte Contemporânea é uma entidade apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
A Zaratan – Arte Contemporânea, tem o prazer de apresentar The Fall, uma exposição individual de João Campolargo Teixeira
.Materializa-se na obra audiovisual ‘BABABADALGHARAGHTAKAMMINARRONNKONNBRONNTONNERRONNTUONNTHUNNTRO
VARRHOUNAWNSKAWNTOOHOOHOORDENENTHURNUK (thunderword)’ [2026] um ensaio sensorial sobre a queda e o estrondo. Inspirada na monumental onomatopeia de James Joyce em "Finnegans Wake", esta instalação de luz e som disseca o fenómeno meteorológico da trovoada. No espaço, a palavra escrita em luz confronta o som que irrompe na escuridão — uma interpretação visceral da onomatopeia executada por um vocalista de metal através de técnicas de grito gutural e power fry. Respeitando a física do próprio relâmpago, a relação entre luz e som é deliberadamente assíncrona, mergulhando o espectador numa experiência física e linguística do sublime meteorológico.
.Materializa-se na obra audiovisual ‘BABABADALGHARAGHTAKAMMINARRONNKONNBRONNTONNERRONNTUONNTHUNNTRO
VARRHOUNAWNSKAWNTOOHOOHOORDENENTHURNUK (thunderword)’ [2026] um ensaio sensorial sobre a queda e o estrondo. Inspirada na monumental onomatopeia de James Joyce em "Finnegans Wake", esta instalação de luz e som disseca o fenómeno meteorológico da trovoada. No espaço, a palavra escrita em luz confronta o som que irrompe na escuridão — uma interpretação visceral da onomatopeia executada por um vocalista de metal através de técnicas de grito gutural e power fry. Respeitando a física do próprio relâmpago, a relação entre luz e som é deliberadamente assíncrona, mergulhando o espectador numa experiência física e linguística do sublime meteorológico.
BIOGRAFIA: JOÃO CAMPOLARGO TEIXEIRA (Vila Real, 1994). Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Escultura (2016) e concluiu o mestrado em Arte e Multimédia (2021) na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Participa regularmente em diversas exposições, destacam-se: «XIV Simpósio Internacional de Arte do Feital», Feital (2016); «O caminho que corre pelo silêncio» com curadoria de José Maia e João Terras, Espaço Mira, Porto (2019); «Ágora - Bienal de Arte Contemporânea da Maia» com curadoria de José Maia, Maia (2021); «Lovers» com curadoria de Bárbara Bulhão e Fábio Colaço, Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2022); «Havemos de ir ao futuro» com curadoria de Helena Mendes Pereira e Filipa Leal, Zet Gallery, Braga (2022); «Perguntas à Ficção» com curadoria de Ana Cristina Cachola, MACE 15 Anos - «Aqui Somos Rede», Elvas (2022); «E Quando» com curadoria de Felícia Teixeira e João Brojo, Maus Hábitos - Teatro Municipal de Vila Real, Vila Real (2022); «Hammer Time», Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2022); «Festival Micro Clima», SMUP, Parede (2023); «Perspetiva 24» com curadoria de Helena Mendes Pereira e João Ribas, Fórum Cultural de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2023); «Hammer Time», Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2023); «A Liberdade ainda não chega» em co-autoria com Felícia Teixeira e João Brojo, com curadoria de Manuel Santos Maia, Espaço Mira, Porto (2024); «O futuro está em marcha» em co-autoria com Felícia Teixeira e João Brojo, Projecto Pontes, Fundão (2024); «Random», Azan Contemporary art, Lisboa (2024); «Day In, Day Out», Galeria Diferença, Lisboa (2025); «Pré-Inauguração Zaratan Arena», Zaratan Arena, Azaruja (2025); «Festival Múltiplo», Zaratan - Arte Contemporânea, Lisboa (2025); «Random Black», Galeria de Santa Maria Maior, Lisboa (2025). Tem obra construída na sede das Águas do Norte, S.A., Vila Real (2018), nos Jardins do Fórum da Maia, Câmara Municipal da Maia (2021), no Campus DSTGroup, Braga (2022), na Zaratan - Arena, Azaruja (2025). Está representado em coleções privadas e públicas, destacam-se: Coleção Águas do Norte, S.A.; Coleção de Audiovisual Balaclava Noir; Coleção Câmara Municipal da Maia; Coleção João Luís Traça; Coleção DSTGroup; Coleção Zaratan - Arte Contemporânea.

