LETRASSONS | Ateliê para crianças
15 Fevevereiro 2026 10h30
LETRASSONS | Ateliê para crianças
Artistas-educadores: Ana Salomé Paiva e João Campolargo Teixeira
Idades: 7 aos 12 anos (ou mais novos, desde que tenham competências de leitura)
Data: 15 de fevereiro de 2026
Horário: 10:30 – 12:00
Localização: Rua de São Bento 432, 1250-221 Lisboa
Preço: Acesso gratuito mediante inscrição
Para mais informações e inscrição: info@zaratan.pt
Idades: 7 aos 12 anos (ou mais novos, desde que tenham competências de leitura)
Data: 15 de fevereiro de 2026
Horário: 10:30 – 12:00
Localização: Rua de São Bento 432, 1250-221 Lisboa
Preço: Acesso gratuito mediante inscrição
Para mais informações e inscrição: info@zaratan.pt
Já alguma vez imaginaste uma palavra tão grande, mas tão grande, que parece o som de um trovão?
Inspirado pela obra de João Campolargo Teixeira e pela sua monumental "palavra-trovão", o ateliê LETRASSONS convida o público jovem a mergulhar num território onde a sonoridade e a escrita não têm limites.
Nesta atividade, as regras da gramática dão lugar à invenção e ao ritmo, desafiando os participantes a desconstruir a linguagem convencional para criar palavras gigantes e expressões divertidamente absurdas. Através de uma dinâmica de jogo, estas criações ganham uma dimensão física (a escrita) e sonora (a voz), permitindo que cada palavra seja lida de forma "estrondosa" e inspirada no ambiente da exposição.
Orientado pela educadora Ana Salomé Paiva e com a presença direta do artista, o ateliê propõe uma imersão lúdica no universo da arte contemporânea, transformando o ato de ler e ouvir numa experiência de criação partilhada.
Inspirado pela obra de João Campolargo Teixeira e pela sua monumental "palavra-trovão", o ateliê LETRASSONS convida o público jovem a mergulhar num território onde a sonoridade e a escrita não têm limites.
Nesta atividade, as regras da gramática dão lugar à invenção e ao ritmo, desafiando os participantes a desconstruir a linguagem convencional para criar palavras gigantes e expressões divertidamente absurdas. Através de uma dinâmica de jogo, estas criações ganham uma dimensão física (a escrita) e sonora (a voz), permitindo que cada palavra seja lida de forma "estrondosa" e inspirada no ambiente da exposição.
Orientado pela educadora Ana Salomé Paiva e com a presença direta do artista, o ateliê propõe uma imersão lúdica no universo da arte contemporânea, transformando o ato de ler e ouvir numa experiência de criação partilhada.
Sobre os artistas-educadores:
ANA SALOMÉ PAIVA é artista-plástica. Residente na Associação Goela. Interessa-se pela poesia e pelo desenho e as suas diversas manifestações e relações com o seu corpo enquanto meio e enquanto corpo político. As suas obras ao longo dos últimos anos focam-se numa pesquisa poética sobre o corpo da mulher, sob a forma de cadernos, fanzines, livros auto-editados e gravuras. Os últimos livros auto-editados da artista estão relacionados com a poesia erótica e com a maternidade. Expõe desde 2008 em espaços alternativos e independentes. Está envolvida em projetos pedagógicos artísticos em vários locais da cidade de Lisboa. Artista convidada para o projecto Descola - Escola Nómada na Eb2/3 Alta do Lumiar com actividade de artes-plásticas «O Meu Bairro Imaginário» em contexto de sala de aula. Deu formação de Artes Plásticas em contexto de sala de aula na Eb1 St. Maria Maior e no Bairro Bensaúde, no âmbito dos projectos: “Bensaúde Vai à Escola”, “Bensaúde é vida”, “Bairros Que Contam”. Apoio do Programa Bip-Zip, Bairros de Intervenção Prioritária. É autora do projecto de oficinas de artes-plásticas “Desenhos inconstantes” onde desenvolve projectos para crianças, jovens e séniores em diversos espaços: Associação Goela, bibliotecas da Penha de França e de Marvila, Centro de Artes de Sines. É formadora de sessões de gravura: processos alternativos.
JOÃO CAMPOLARGO TEIXEIRA (Vila Real, 1994). vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Escultura (2016) e mestre em Arte e Multimédia (2021) pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. A sua prática artística caracteriza-se pelo cruzamento entre a escultura e suportes tecnológicos, desenvolvendo dispositivos audiovisuais e instalações que exploram a ativação sensorial do espaço.
Com um percurso expositivo regular desde 2016, destacam-se as suas passagens por instituições e espaços como o MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas, os Maus Hábitos, o Espaço Mira e o Fórum Cultural de Cerveira. Desenvolve um percurso expositivo regular desde 2016, com destaque para a participação em mostras em espaços como a Zaratan – Arte Contemporânea, o MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas, os Maus Hábitos, o Espaço Mira e o Fórum Cultural de Cerveira. Possui obra pública instalada em Vila Real, Maia, Braga e Azaruja. O seu trabalho integra diversas coleções, nomeadamente a do DSTGroup, da Câmara Municipal da Maia e da Águas do Norte, entre outras. APOIO: A Zaratan é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
APOIO: A Zaratan é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

