VOZ NA MATÉRIA | Vanda Madureira e Raquel Santos
3 Outubro 2026 17h30
VOZ NA MATÉRIA | Vanda Madureira e Raquel Santos
Curadoria de António Olaio
Curadoria de António Olaio
3 outubro às 17:30 | Entrada livre
VOZ NA MATÉRIA é um novo ciclo de conversas que nasce da pulsão agregadora do artista António Olaio, transformando a afinidade pessoal e profissional num espaço de pensamento crítico sobre a criação contemporânea. O projeto propõe mapear o "fazer artístico" através de um diálogo transdisciplinar que reúne um grupo heterogéneo de interlocutores, cujas reflexões serão perpetuadas numa série de publicações editadas em papel.
O programa destaca-se pela pluralidade dos seus perfis, cruzando deliberadamente a prática de atelier com o olhar da curadoria, da arquitetura, da investigação e da filosofia. Esta abordagem permite que a "matéria" da arte seja discutida tanto na sua dimensão física e oficinal como na sua vertente teórica e política. Ao juntar artistas a quem pensa, organiza e media a cultura, o ciclo oferece uma visão integrada e atual das dinâmicas do sistema da arte.
O programa destaca-se pela pluralidade dos seus perfis, cruzando deliberadamente a prática de atelier com o olhar da curadoria, da arquitetura, da investigação e da filosofia. Esta abordagem permite que a "matéria" da arte seja discutida tanto na sua dimensão física e oficinal como na sua vertente teórica e política. Ao juntar artistas a quem pensa, organiza e media a cultura, o ciclo oferece uma visão integrada e atual das dinâmicas do sistema da arte.
Biografias:
VANDA MADUREIRA nasceu em 1973, é artista plástica, visual e performativa. Vive e trabalha em Coimbra. Em 2002 é licenciada em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha; entre 2008 e 2009 frequenta o Mestrado em Arte Contemporânea na Universidade Católica do Porto ; atualmente é doutoranda em Arte Contemporânea, no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Foi, é e será membro-activo de vários colectivos artísticos. Destaque-se: “Pizz Buin”.
Desde 2005, explora a dimensão mais relacional do desenho num projecto intitulado Desenho de Depois do Buraco. Nesse aprofundamento, o desenho foi, é e será a alavanca-gatilho para o envolvimento e cruzamento com outros campos disciplinares, estimulando acções e intervenções artístico-performativas que, por vezes, são bem acompanhadas por outros/as artistas cúmplices em regime de colaboração e co-autoria.
Entre as exposições em que participou, saliente-se: “Chama Fogo Labaredas” na exposição colectiva “Abril Vermelho”, CAV, (Coimbra, 2024); “O outro Lado da Manta”, e “Pescas” na exposição colectiva “O verdadeira lado da manta’’, Centro Cultural Vila Flor, (Guimarães, 2022); “Baahahal”, Colectivo Pizz Buin, CAPC, (Coimbra, 2023) e na ZDB, (Lisboa,2025), “Krönir ou Hrönir’’, Colectivo Pizz Buin na Colectiva “Colosso’’, CIAJG (Guimarães, 2021); “Não me enrices a meada’’ (exposição individual), CAPC (Coimbra, 2021); “Ibi Clausus thesis’’, “Homo- retracto’’ e “Intimum Vitae Delineare’’, performance em “O Museu como Performance’’, Fundação de Serralves, (Porto-2021).
O seu trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado, com o vídeo “Tribuo” e o desenho escultórico “Demersus”, adquiridos em 2021.
Desde 2005, explora a dimensão mais relacional do desenho num projecto intitulado Desenho de Depois do Buraco. Nesse aprofundamento, o desenho foi, é e será a alavanca-gatilho para o envolvimento e cruzamento com outros campos disciplinares, estimulando acções e intervenções artístico-performativas que, por vezes, são bem acompanhadas por outros/as artistas cúmplices em regime de colaboração e co-autoria.
Entre as exposições em que participou, saliente-se: “Chama Fogo Labaredas” na exposição colectiva “Abril Vermelho”, CAV, (Coimbra, 2024); “O outro Lado da Manta”, e “Pescas” na exposição colectiva “O verdadeira lado da manta’’, Centro Cultural Vila Flor, (Guimarães, 2022); “Baahahal”, Colectivo Pizz Buin, CAPC, (Coimbra, 2023) e na ZDB, (Lisboa,2025), “Krönir ou Hrönir’’, Colectivo Pizz Buin na Colectiva “Colosso’’, CIAJG (Guimarães, 2021); “Não me enrices a meada’’ (exposição individual), CAPC (Coimbra, 2021); “Ibi Clausus thesis’’, “Homo- retracto’’ e “Intimum Vitae Delineare’’, performance em “O Museu como Performance’’, Fundação de Serralves, (Porto-2021).
O seu trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado, com o vídeo “Tribuo” e o desenho escultórico “Demersus”, adquiridos em 2021.
RAQUEL SANTOS nasceu em 1989, em Lisboa. Estudou Línguas, Literaturas e Culturas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Integra a equipa das livrarias Ler Devagar desde 2012, primeiro como livreira e desde 2015 fazendo produção e curadoria dos projectos nacionais: FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos (2015-2023), festival Latitudes - Literatura e Viajantes e festival Lisboa 5L (2020-2023) e dos projectos internacionais: feira do livro de Madrid (2017) - programa Portugal país convidado, feira do livro de Guadalajara-México (2018) - Livraria país convidado, feira do livro de Sevilha (2019) - programa Portugal país convidado e FIG Festival International de Géographie - Saison France/ Portugal (2022).
Desde o final de 2023 que também desempenha funções na Casa do Comum.
Desde o final de 2023 que também desempenha funções na Casa do Comum.
APOIO | A Zaratan é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

