FESTIVAL MÚLTIPLO
21 Agosto 2026 16h00
FESTIVAL MÚLTIPLO
21-22-23 Agosto 2026
Entrada: 5€ por dia
Horário: das 16:00 às 21:00
Na sua oitava edição, o Festival Múltiplo propõe 3 dias de atuações musicais e intervenções artísticas. Com este evento anual celebramos o espírito de luta dos espaços independentes, onde diversas espécies se multiplicam a um ritmo rápido, contra a homogeneização cultural e fora das lógicas comerciais e capitalistas, dos clubes exclusivos e dos circuitos convencionais. Em oposição à típica migração das massas para os grandes festivais de verão, propomos um pequeno festival feito por agentes locais, que nos permite habitar o centro histórico e manter vivos projetos independentes de alto valor artístico.
O Festival Múltiplo 2026 caracteriza-se por uma forte componente de produção criativa DIY e envolve de uma forma sustentável e interdisciplinar uma selecção de artistas e agentes dos mais interessantes no panorama artístico nacional. Apresenta 12 concertos, o lançamento de 3 obras em edição múltipla e o lançamento de 12 cartazes. Inclui ainda open studios e tertúlias.
À semelhança dos anos anteriores, o Festival apresenta uma panóplia variada de géneros e estilos, onde se poderão ouvir os projetos propostos por editoras e promotoras independentes de destaque no panorama português: Variz, Colectivo Casa Amarela, 4DaRecord e Mantrid Drone. Os doze concertos em cartaz colocam em cena a diversidade de abordagens estilísticas, onde há espaço para improvisação livre, eletrónicas, noise, spoken word e outras expressões da música exploratória. Integramos as propostas das editoras convidadas com artistas programados pela própria Zaratan.
Celebrando a liberdade da música através da sua desconstrução e recomposição em tempo real, a editora 4DaRecord propõe concertos com nomes incontornáveis da música improvisada e do jazz, apresentando o trio Open Source 3IO, composto por José Menezes (saxofone), João Lencastre (bateria) e Hernâni Faustino (contrabaixo); o encontro luso-americano Água Doce, Água de Sal, reunindo Rodrigo Brandão (voz), Rosita Kèss (voz e guitarra) e Brad Jones (contrabaixo); e o projeto Double Double, um dueto de contrabaixos imponente entre João Madeira e Michael Formanek.
A Variz apresenta propostas focadas na experimentação, com a eletrónica munida de pinças, melodias lateralizadas e batidas crustáceas dos Caranguejos (duo formado por Tam e Miguel Sá), a eletrónica experimental e não convencional de Pedro PMDS, e as composições e colagens sonoras em tom de storytelling de Joana de Sá.
O Colectivo Casa Amarela propõe uma viagem imersiva com alga, pseudónimo de Cláudia Simões, que nos conduz por um campo sonoro assombrado por espíritos e pontuado por vozes espectrais, a eletrónica densamente texturada de Canadian Rifles, e as texturas densas, abrasivas e contemplativas do compositor Jerome Faria.
A Mantrid Drone apresenta o death industrial e harsh noise de Formidolor.
A Zaratan complementa a programação musical com o projeto audiovisual que cruza o pós-rock e o art-punk de Musgos, e as sonoridades indie-rock e spoken word de intervenção dos Llama Virgem.
Para limpar o paladar auditivo, intercalam os concertos as playlists dos não-djs convidados, que propõem uma partilha musical com gostos sortidos: Folin Carrell, Sunga Chunga Leopardo e Xerox.
Durante o festival apresentamos 3 novas obras em edição limitada, havendo um lançamento por dia, que resulta da colaboração com artistas que expuseram na Zaratan neste e nos anos anteriores: Filipa Almeida, Carlota Jardim e Leal Veileby. Na galeria apresentamos estas edições inéditas, que funcionam como um prolongamento das exposições individuais.
A programação musical é acompanhada por um projeto específico de edições gráficas impressas em risografia em colaboração com a Stolen Prints, onde os artistas visuais são convidados a realizar um artwork original inspirado no som de cada banda a atuar durante o festival. Os 12 cartazes são criados por Sara & André, José Smith Vargas e João Campolargo Teixeira.
Ao longo dos 3 dias abrimos também os estúdios no andar de cima da galeria para apresentar as pesquisas dos artistas internacionais Nata Chebarkova e Daniel Onofreichk -Demyan, que integram o programa de residências internacionais durante o mês de Agosto.
O Festival Múltiplo tem uma lotação limitada a 60 pessoas por dia e a entrada tem um valor de 5 euros por dia/pessoa que reverte como donativo para a associação. Não aceitamos pré-reservas, venham cedo!
PROGRAMAÇÃO DOS CONCERTOS:
Agosto 21 | 16:00 > MUSGOS | 17:00 > OPEN SOURCE 3IO | 18:00 > ALGA | 19:00 > CARANGUEJOS | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ FOLIN CARRELL
Agosto 22 | 16:00 > PEDRO PMDS | 17:00 > ÁGUA DOCE, ÁGUA DE SAL | 18:00 > LLAMA VIRGEM | 19:00 > CANADIAN RIFLES | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ XEROX
Agosto 23 | 16:00 > JEROME FARIA | 17:00 > FORMIDOLOR | 18:00 > JOANA DE SÁ | 19:00 > DOUBLE DOUBLE | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ SUNGA CHUNGA LEOPARDO
PARCEIROS | Colectivo Casa Amarela, 4DaRecord, Variz, Mantrid Drone, Stolen Prints
APOIO | República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
21-22-23 Agosto 2026
Entrada: 5€ por dia
Horário: das 16:00 às 21:00
Na sua oitava edição, o Festival Múltiplo propõe 3 dias de atuações musicais e intervenções artísticas. Com este evento anual celebramos o espírito de luta dos espaços independentes, onde diversas espécies se multiplicam a um ritmo rápido, contra a homogeneização cultural e fora das lógicas comerciais e capitalistas, dos clubes exclusivos e dos circuitos convencionais. Em oposição à típica migração das massas para os grandes festivais de verão, propomos um pequeno festival feito por agentes locais, que nos permite habitar o centro histórico e manter vivos projetos independentes de alto valor artístico.
O Festival Múltiplo 2026 caracteriza-se por uma forte componente de produção criativa DIY e envolve de uma forma sustentável e interdisciplinar uma selecção de artistas e agentes dos mais interessantes no panorama artístico nacional. Apresenta 12 concertos, o lançamento de 3 obras em edição múltipla e o lançamento de 12 cartazes. Inclui ainda open studios e tertúlias.
À semelhança dos anos anteriores, o Festival apresenta uma panóplia variada de géneros e estilos, onde se poderão ouvir os projetos propostos por editoras e promotoras independentes de destaque no panorama português: Variz, Colectivo Casa Amarela, 4DaRecord e Mantrid Drone. Os doze concertos em cartaz colocam em cena a diversidade de abordagens estilísticas, onde há espaço para improvisação livre, eletrónicas, noise, spoken word e outras expressões da música exploratória. Integramos as propostas das editoras convidadas com artistas programados pela própria Zaratan.
Celebrando a liberdade da música através da sua desconstrução e recomposição em tempo real, a editora 4DaRecord propõe concertos com nomes incontornáveis da música improvisada e do jazz, apresentando o trio Open Source 3IO, composto por José Menezes (saxofone), João Lencastre (bateria) e Hernâni Faustino (contrabaixo); o encontro luso-americano Água Doce, Água de Sal, reunindo Rodrigo Brandão (voz), Rosita Kèss (voz e guitarra) e Brad Jones (contrabaixo); e o projeto Double Double, um dueto de contrabaixos imponente entre João Madeira e Michael Formanek.
A Variz apresenta propostas focadas na experimentação, com a eletrónica munida de pinças, melodias lateralizadas e batidas crustáceas dos Caranguejos (duo formado por Tam e Miguel Sá), a eletrónica experimental e não convencional de Pedro PMDS, e as composições e colagens sonoras em tom de storytelling de Joana de Sá.
O Colectivo Casa Amarela propõe uma viagem imersiva com alga, pseudónimo de Cláudia Simões, que nos conduz por um campo sonoro assombrado por espíritos e pontuado por vozes espectrais, a eletrónica densamente texturada de Canadian Rifles, e as texturas densas, abrasivas e contemplativas do compositor Jerome Faria.
A Mantrid Drone apresenta o death industrial e harsh noise de Formidolor.
A Zaratan complementa a programação musical com o projeto audiovisual que cruza o pós-rock e o art-punk de Musgos, e as sonoridades indie-rock e spoken word de intervenção dos Llama Virgem.
Para limpar o paladar auditivo, intercalam os concertos as playlists dos não-djs convidados, que propõem uma partilha musical com gostos sortidos: Folin Carrell, Sunga Chunga Leopardo e Xerox.
Durante o festival apresentamos 3 novas obras em edição limitada, havendo um lançamento por dia, que resulta da colaboração com artistas que expuseram na Zaratan neste e nos anos anteriores: Filipa Almeida, Carlota Jardim e Leal Veileby. Na galeria apresentamos estas edições inéditas, que funcionam como um prolongamento das exposições individuais.
A programação musical é acompanhada por um projeto específico de edições gráficas impressas em risografia em colaboração com a Stolen Prints, onde os artistas visuais são convidados a realizar um artwork original inspirado no som de cada banda a atuar durante o festival. Os 12 cartazes são criados por Sara & André, José Smith Vargas e João Campolargo Teixeira.
Ao longo dos 3 dias abrimos também os estúdios no andar de cima da galeria para apresentar as pesquisas dos artistas internacionais Nata Chebarkova e Daniel Onofreichk -Demyan, que integram o programa de residências internacionais durante o mês de Agosto.
O Festival Múltiplo tem uma lotação limitada a 60 pessoas por dia e a entrada tem um valor de 5 euros por dia/pessoa que reverte como donativo para a associação. Não aceitamos pré-reservas, venham cedo!
PROGRAMAÇÃO DOS CONCERTOS:
Agosto 21 | 16:00 > MUSGOS | 17:00 > OPEN SOURCE 3IO | 18:00 > ALGA | 19:00 > CARANGUEJOS | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ FOLIN CARRELL
Agosto 22 | 16:00 > PEDRO PMDS | 17:00 > ÁGUA DOCE, ÁGUA DE SAL | 18:00 > LLAMA VIRGEM | 19:00 > CANADIAN RIFLES | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ XEROX
Agosto 23 | 16:00 > JEROME FARIA | 17:00 > FORMIDOLOR | 18:00 > JOANA DE SÁ | 19:00 > DOUBLE DOUBLE | 16:00 – 20:00 > Ñ-DJ SUNGA CHUNGA LEOPARDO
PARCEIROS | Colectivo Casa Amarela, 4DaRecord, Variz, Mantrid Drone, Stolen Prints
APOIO | República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

