YEONSU JU | Lançamento de Risografia
27 Junho 2026 18h00
YEONSU JU | Lançamento de Risografia
27 de Junho às 18:00
Entrada livre
Entrada livre
A Zaratan tem o prazer de convidar para o lançamento de um cartaz em risografia de autoria da artista em residência Yeonsu Ju, numa edição exclusiva e limitada.
Esta edição especial conta com apenas 25 cópias assinadas e numeradas, impressas em colaboração com a Stolen Prints.
Para assinalar a ocasião, a artista estará presente na Zaratan para partilhar o seu processo criativo e conversar informalmente com o público sobre o trabalho desenvolvido.
Esta edição especial conta com apenas 25 cópias assinadas e numeradas, impressas em colaboração com a Stolen Prints.
Para assinalar a ocasião, a artista estará presente na Zaratan para partilhar o seu processo criativo e conversar informalmente com o público sobre o trabalho desenvolvido.
Aproveitamos ainda para partilhar que a Yeonsu Ju inaugura, já no dia 25 de Junho (das 16h00 às 19h00), a sua exposição individual "Land on me softly" no espaço GAAT (Rua Casimiro Freire 9A, Lisboa), apresentada pela HdM GALLERY.
BIOGRAFIA | YEONSU JU investiga a ausência, a memória e o amor através da pintura, entendida como um espaço onde as condições filosóficas e emocionais são testadas em vez de resolvidas. Influenciada pela noção de Bataille sobre o desejo como um movimento em direção ao sagrado através da transgressão, Ju investiga as fronteiras instáveis entre o eu e o outro, a presença e o desaparecimento. Esta indagação envolve uma vontade de dissolver a separação — desdobrando-se no interior do espaço pictórico. O trabalho parte da estrutura ritual dos ritos ancestrais coreanos (Gijesa), reimaginados como um espaço psicológico onde a ausência pode ser momentaneamente encontrada. A pintura torna-se uma forma de cerimónia: um ato de luto, de invocação e de chamamento daquilo que ainda não apareceu. As figuras emergem como entidades errantes dentro de campos estratificados de memória — expandindo-se e contraindo-se, chegando e recuando, nunca inteiramente fixas. Recentemente, Ju estendeu este compromisso com a figuração através de uma abordagem diagramática informada por uma interpretação do cone de memória de Henri Bergson. A geometria funciona não como um sistema rígido, mas como um meio de mapear a fluidez da memória: planos, vetores e formas fragmentadas cruzam-se com o corpo, sugerindo múltiplas temporalidades que coexistem em vez de se resolverem. Estes elementos ecoam gestos rituais — repetitivos e simbólicos — onde a disposição se transforma em significado. Cada obra estrutura-se através da Figura (Ator), do Gesto (Ato) e do Fundo (Mesa). Ju posiciona-se simultaneamente como anfitriã e convidada, construindo e habitando estes espaços. Através da repetição, do apagamento e da rutura controlada, as pinturas tornam-se lugares onde o sagrado, o proibido e o efémero convergem — retendo o significado numa instabilidade contínua. | https://yeonsuju.com/
APOIO | A Zaratan – Arte Contemporânea é uma entidade apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.

