SUPER-DIVAS #15 | Teresa Machado

13 Junho 2026 17h30

SUPER-DIVAS #15 | Teresa Machado

13 junho,17:30
Entrada 3,5€ [quota mensal de sócio]

Dinis Lapa e Nuno Palma, esses dois gentlemen do verbo, mandam raios para o ar e logo uma laracha divina, muito seletiva, os trespassa com os nomes dos poetas mais sexões de Portugal. Uma lista que faria corar os pecados originais. Todos eles estão, de alguma forma, ligados à música. Claro. Umas prima-donas super-divas é o que eles são. Eles ou elas, pois claro. Umas prima-donas. Uns primos-donos. O género é o de menos quando o talento é de mais.
Sexões são, portanto, sessões de sexo cantado com poetas sexões super-divas. É a arte a rebolar na cama da língua. É o verbo a suar a camisa. É a rima a pedir mais. Está servido o banquete. Agora, comam. Deleitem-se. Mas com classe, queridas e queridos. Com classe.

Teresa Machado e Agora é Que Elas Acontecem trazem-nos o Silêncio Branco, branco como a página em espera. Como a pausa que sustém o acorde. O instante antes de um verso se lembrar de si mesmo. E será então que elas acontecem, as palavras, as bocas, as cores, quando corpo rima com palavra. 
 

Sobre a artista:

TERESA MACHADO | nasceu em 1990 na Figueira da Foz. É licenciada pela ESTC desde 2011 e terminou o Mestrado de Artes Performativas na mesma escola em 2023. Estreou-se profissionalmente no festival CITEMOR com encenação de Carlos J. Pessoa. Trabalhou profissionalmente com o Teatro da Garagem, António Mortágua e Nuno Nolasco. Em 2019 participou nos espetáculos: Tristana o Nome que nunca tive, de Bárbara Bruno, A Mulher que viveu apenas uma vez, de Margarida Correia e também no espetáculo O Nome Que Tinha: Perdi – o!, de Marco Lima. De 2015 até agora tem trabalhado consecutivamente com Tiago Vieira, integrando como intérprete cerca de 50 criações do encenador. Desde 2023 integra o grupo de artistas que pertencem ao espaço Latoaria, em Lisboa. Em 2024 a convite da ACERT apresentou a sua primeira criação/solo integrado no festival FINTA em Tondela. Em 2025 foi vencedora do prémio literário Ullysses com a obra Silêncio Branco. Para além disso, trabalha desde 2012 como professora em escolas públicas, integrando variados projetos artísticos dentro e para a comunidade escolar.

APOIO | República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
DESIGN | Joana Souza e Nuno Palma