Aula aberta: Práticas artísticas Anti-Whitecube
18 Dezembro 2025 16h00
Aula aberta:
Práticas artísticas Anti-Whitecube
Com Pedro Gramaxo e João Campolargo Teixeira
18 Dezembro às 16:00
Salão das Provas Públicas do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
A Zaratan – Arte Contemporânea, em parceria com o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, tem o prazer de convidar para uma aula aberta com os artistas Pedro Gramaxo e João Campolargo Teixeira.
O objetivo central é usar a experiência da Zaratan, enquanto espaço gerido por artistas, para desafiar a noção de galeria como um local neutro. A partir da apresentação do programa da Zaratan, abrimos uma discussão sobre estratégias para integrar a arte com o ambiente ao seu redor (urbano, natural ou social), fomentando a democratização e a dinamização dos canais de produção e receção artística.
Os artistas convidados Pedro Gramaxo e João Teixeira Campolargo irão introduzir as suas práticas, projetos recentes e outras iniciativas desenvolvidas especificamente em contextos não propriamente artísticos e com práticas de intervenção colaborativa.
Sobre os Artistas:
Pedro Gramaxo (Lisboa, 1989) é um artista multidisciplinar “land-based” que trabalha em arte construtiva, instalação, fotografia e em filme, analisando e aprofundando a nossa relação com o espaço, o tempo, a memória e estados alterados de percepção. Canalizando a sua prática na exploração do dualismo entre o natural e o artificial, esta pesquisa aprofunda as distintas capacidades de percepção humana para com a Arte e natureza, expandido os domínios da identidade de território e consciência. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em exposições individuais, coletivas, residências e espaços públicos desde 2012 de Portugal, a Itália, Holanda, Bósnia-Herzegovina, Brasil, China, Rússia, Argentina, Coreia do Sul, Estados Unidos, Roménia e Islândia. Conta com publicações em diversas revistas físicas e digitais e plataformas de arte em todo o mundo. Licenciado em Arquitetura pela Universidade Lusíada de Lisboa (2010), Mestrado em Arquitectura e Artes (2012), onde a sua formação académica se cruzou entre a Arte e a Arquitetura, desenvolvendo uma prática de investigação nos contextos de “espaços Artísticos” e a consequente representação da arte, valorizando os aspectos físicos da fenomenologia.
João Campolargo Teixeira (Vila Real, 1994). Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Escultura (2016) e concluiu o mestrado em Arte e Multimédia (2021) na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Participa regularmente em diversas exposições, destacam-se: XIV Simpósio Internacional de Arte do Feital, Feital (2016); O caminho que corre pelo silêncio com curadoria de José Maia e João Terras, Espaço Mira, Porto (2019); Ágora - Bienal de Arte Contemporânea da Maia com curadoria de José Maia, Maia (2021); Havemos de ir ao futuro com curadoria de Helena Mendes Pereira e Filipa Leal, Zet Gallery, Braga (2022); E Quando com curadoria de Felícia Teixeira e João Brojo, Maus Hábitos - Teatro Municipal de Vila Real, Vila Real (2022); Festival Micro Clima, SMUP, Parede (2023); Perspetiva 24 com curadoria de Helena Mendes Pereira e João Ribas, Fórum Cultural de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2023); Random, Azan Contemporary art, Lisboa (2024); Day In, Day Out, Galeria Diferença, Lisboa (2025); Pré-Inauguração Zaratan - Arena, Zaratan – Arena, Azaruja (2025). Tem obra construída na sede das Águas do Norte, S.A., em Vila Real (2018), no Fórum da Maia, Câmara Municipal da Maia (2021) e no campus DSTGroup, em Braga (2022). Está representado em coleções privadas e públicas, destacam-se: Coleção Águas do Norte, S.A.; Coleção de Audiovisual Balaclava Noir; Coleção Câmara Municipal da Maia; Coleção João Luís Traça; Coleção DSTGroup.
Práticas artísticas Anti-Whitecube
Com Pedro Gramaxo e João Campolargo Teixeira
18 Dezembro às 16:00
Salão das Provas Públicas do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
A Zaratan – Arte Contemporânea, em parceria com o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, tem o prazer de convidar para uma aula aberta com os artistas Pedro Gramaxo e João Campolargo Teixeira.
O objetivo central é usar a experiência da Zaratan, enquanto espaço gerido por artistas, para desafiar a noção de galeria como um local neutro. A partir da apresentação do programa da Zaratan, abrimos uma discussão sobre estratégias para integrar a arte com o ambiente ao seu redor (urbano, natural ou social), fomentando a democratização e a dinamização dos canais de produção e receção artística.
Os artistas convidados Pedro Gramaxo e João Teixeira Campolargo irão introduzir as suas práticas, projetos recentes e outras iniciativas desenvolvidas especificamente em contextos não propriamente artísticos e com práticas de intervenção colaborativa.
Sobre os Artistas:
Pedro Gramaxo (Lisboa, 1989) é um artista multidisciplinar “land-based” que trabalha em arte construtiva, instalação, fotografia e em filme, analisando e aprofundando a nossa relação com o espaço, o tempo, a memória e estados alterados de percepção. Canalizando a sua prática na exploração do dualismo entre o natural e o artificial, esta pesquisa aprofunda as distintas capacidades de percepção humana para com a Arte e natureza, expandido os domínios da identidade de território e consciência. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em exposições individuais, coletivas, residências e espaços públicos desde 2012 de Portugal, a Itália, Holanda, Bósnia-Herzegovina, Brasil, China, Rússia, Argentina, Coreia do Sul, Estados Unidos, Roménia e Islândia. Conta com publicações em diversas revistas físicas e digitais e plataformas de arte em todo o mundo. Licenciado em Arquitetura pela Universidade Lusíada de Lisboa (2010), Mestrado em Arquitectura e Artes (2012), onde a sua formação académica se cruzou entre a Arte e a Arquitetura, desenvolvendo uma prática de investigação nos contextos de “espaços Artísticos” e a consequente representação da arte, valorizando os aspectos físicos da fenomenologia.
João Campolargo Teixeira (Vila Real, 1994). Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Escultura (2016) e concluiu o mestrado em Arte e Multimédia (2021) na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Participa regularmente em diversas exposições, destacam-se: XIV Simpósio Internacional de Arte do Feital, Feital (2016); O caminho que corre pelo silêncio com curadoria de José Maia e João Terras, Espaço Mira, Porto (2019); Ágora - Bienal de Arte Contemporânea da Maia com curadoria de José Maia, Maia (2021); Havemos de ir ao futuro com curadoria de Helena Mendes Pereira e Filipa Leal, Zet Gallery, Braga (2022); E Quando com curadoria de Felícia Teixeira e João Brojo, Maus Hábitos - Teatro Municipal de Vila Real, Vila Real (2022); Festival Micro Clima, SMUP, Parede (2023); Perspetiva 24 com curadoria de Helena Mendes Pereira e João Ribas, Fórum Cultural de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2023); Random, Azan Contemporary art, Lisboa (2024); Day In, Day Out, Galeria Diferença, Lisboa (2025); Pré-Inauguração Zaratan - Arena, Zaratan – Arena, Azaruja (2025). Tem obra construída na sede das Águas do Norte, S.A., em Vila Real (2018), no Fórum da Maia, Câmara Municipal da Maia (2021) e no campus DSTGroup, em Braga (2022). Está representado em coleções privadas e públicas, destacam-se: Coleção Águas do Norte, S.A.; Coleção de Audiovisual Balaclava Noir; Coleção Câmara Municipal da Maia; Coleção João Luís Traça; Coleção DSTGroup.

