LIGA /13 | Antónia Labaredas + Vanda Madureira
19 Abril 2026 16h00
LIGA /13 | Antónia Labaredas + Vanda Madureira
Curadoria de João Fonte Santa
Curadoria de João Fonte Santa
HORÀRIO | 19 de abril, 16:00 – 20:00 (entrada livre)
APOIO | República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
APOIO | República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
É comum na produção de metais usar ligas, ou seja, combinar metais com outros elementos (geralmente não metais). O resultado da mistura dá origem a materiais que geralmente diferem dos metais base, fornecendo-lhes novas qualidades, nomeadamente maior robustez mecânica, ureza ou resistência à corrosão.
Organizado por João Fonte Santa, LIGA é um projeto artístico que fomenta uma abordagem coautoral, onde os resultados de um diálogo entre artistas se materializam numa instalação conjunta exposta durante um dia na black box da Zaratan.
Organizado por João Fonte Santa, LIGA é um projeto artístico que fomenta uma abordagem coautoral, onde os resultados de um diálogo entre artistas se materializam numa instalação conjunta exposta durante um dia na black box da Zaratan.
Biografias:
ANTÓNIA LABAREDAS | (Évora, 1979) é licenciada em Design Industrial pela Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha (ESAD), curso que frequentou entre 1997 e 2004. Desenvolve trabalho de artes visuais em pintura, escultura e cerâmica desde 2007, faz parte do coletivo Motor, M.I.O. – Movimento Independente do Oeste e colabora com a Origami Produções desde 2002. Vive nas Caldas da Rainha. As suas obras foram apresentadas em 2022 e 2023 em O verdadeiro lado da manta, exposição de Sara & André, que convidaram Antónia Labaredas e Filipe Feijão a pensar na ideia de partilha a partir de um interesse, atividade ou mesmo profissão comum, no Palácio Vila Flor. Em 2018, Ó aranha! Grande aranha! Trazes a cura, aranha?, com Hugo Canoilas, na Galeria Quadrado Azul. Em 2017, nas exposições Incerta Desambiguação, Zaratan, Lisboa; Guimarães Noc Noc 7, Guimarães; Factor Cavalo – Emergências e fulgurações vernaculares na prática artística contemporânea, Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira; Art+feminism Edit-a-thon, Colectivo MIO, Espaço Concas, Centro de Artes de Caldas da Rainha. Em 2014, na Guimarães Noc Noc 4, Hive, Guimarães; e Cuidado com o Cão, Electricidade Estética, Centro de Artes de Caldas da Rainha. Em 2008, Na senda da raposa – projecto colectivo para Rádio Bandolim, de Pizz Buin, XV Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira e Celebração das Caldas às Caldas MIO, performance musical, colectivo MOTOR, Inferno da Azenha, Caldas da Rainha.
VANDA MADUREIRA | Nasceu em 1973, é artista plástica, visual e performativa. Vive e trabalha em Coimbra. Em 2002 é licenciada em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha; entre 2008 e 2009 frequenta o Mestrado em Arte Contemporânea na Universidade Católica do Porto ; atualmente é doutoranda em Arte Contemporânea, no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Foi, é e será membro-activo de vários colectivos artísticos. Destaque-se: “Pizz Buin”. Desde 2005, explora a dimensão mais relacional do desenho num projecto intitulado Desenho de Depois do Buraco. Nesse aprofundamento, o desenho foi, é e será a alavanca-gatilho para o envolvimento e cruzamento com outros campos disciplinares, estimulando acções e intervenções artístico-performativas que, por vezes, são bem acompanhadas por outros/as artistas cúmplices em regime de colaboração e co-autoria. Entre as exposições em que participou, saliente-se: “Chama Fogo Labaredas” na exposição colectiva “Abril Vermelho”, CAV, (Coimbra, 2024); “O outro Lado da Manta”, e “Pescas” na exposição colectiva “O verdadeira lado da manta’’, Centro Cultural Vila Flor, (Guimarães, 2022); “Baahahal”, Colectivo Pizz Buin, CAPC, (Coimbra, 2023) e na ZDB, (Lisboa,2025), “Krönir ou Hrönir’’, Colectivo Pizz Buin na Colectiva “Colosso’’, CIAJG (Guimarães, 2021); “Não me enrices a meada’’ (exposição individual), CAPC (Coimbra, 2021); “Ibi Clausus thesis’’, “Homo- retracto’’ e “Intimum Vitae Delineare’’, performance em “O Museu como Performance’’, Fundação de Serralves, (Porto-2021). O seu trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado, com o vídeo “Tribuo” e o desenho escultórico “Demersus”, adquiridos em 2021.

